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    Petiscos em excesso podem acabar com o Natal de seu pet (Matéria na Coluna da Dra. Fernanda do Hospital Veterinário Sena Madureira na Revista Época).(Foto: Phil Cole/Getty Images)

    Com a proximidade das festas de fim de ano, a correria é grande para deixar tudo pronto para as comemorações. A compra de presentes, os preparativo para a ceia. O clima do Natal é contagiante e surge a vontade de presentear seu pet com tudo o que ele tem direito. Ou melhor, o que achamos que ele tem direito. Mas será que isso vai dar certo?

    A oferta de petiscos natalinos é tão grande que muitos donos não resistem a vontade de comprar todas as novidades em generosas quantidades para seus cães. Mas cuidado! Se você se identificou com esta introdução, seu pet corre sérios riscos de passar o Natal com importantes problemas gastrointestinais.

    A indústria de alimentos veterinários vem crescendo e se aperfeiçoando nos últimos anos proporcionando produtos mais balanceados e adequados a cada tipo de animal. Mas, como tudo na vida, devemos ter bom senso e não exagerar na dose. Os petiscos, natalinos ou não, não devem substituir nenhuma refeição principal (café da manhã, almoço e jantar), que deve ser composta somente pela ração prescrita para o tipo de animal, a raça, o peso, a idade e o estilo de vida.

    Se oferecidos moderamente, uma ou duas vezes por semana, estes agrados comestíveis não causam maiores problemas. Mas em excesso podem causar gastrite, vômitos, diarreia e até sangue nas fezes por causa da fragilidade do sistema gastrointestinal dos cães. Os filhotes e os animais idosos costumam ser ainda mais sensíveis. Isso sem falar que eles podem engordar com uma dieta desregrada. Por isso panetones, chocolates, bolos, bolachas, – específicos para cães e gatos – devem ser dados somente como petiscos e de vez em quando. A saúde de seu pet agradece.

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